Estádio Municipal de Coimbra
ENCARNAÇÃO E SIMÕES, SOCIEDADE ANÓNIMA DE IRRESPONSABILIDADE ILIMITADA
Na última AG da Briosa José Eduardo Simões teve o descaramento de chamar caloteiros a metade dos inquilinos do estádio de Coimbra. Foi um momento ao nível do cobrador do fraque.
O Presidente da Académica tem todo o direito a reclamar o pagamento das rendas. Mas também tem o dever de informar os associados que reina grande confusão na relação contratual com as empresas que possuem estabelecimentos no espaço que a CMC emprestou à AAC dar esta dar o nome de FINIBANCO.
Como O Sexo e a Cidade tem dado a entender há anos, a totalidade a maioria dos espaços não estão licenciados para exercer qualquer tipo de actividade de porta aberta ou fechada.
Por outro lado, em vários contratos existe uma cláusula que permite que o arrendatário apenas seja obrigado a pagar depois da Académica legalizar tudo perante a Câmara Municipal de Coimbra e outras entidades de supervisão.
Aliás, é por estas e por outras, que a JES não despeja os alegados incupridores e nem sequer tem legitimidade para lhes corta a água ou a luz, que é fornecida pela Académica e paga sabe-se lá por quem.
Uma anormalidade que só é possível graças à cumplicidade do Prefeito e da polícia económica que só multa quem não tem o poder do seu lado, que têm permitido que este jogo do empurra continue em campo desde 2004.
Este assunto dava uma bela discussão na sessão da Câmara desta segunda-feira. Dava, mas não deve dar. Afinal de contas, para grande parte dos vereadores, a académica é uma instituição sagrada, apesar de possuir um passivo de 2 milhões de contos, um estádio à borla, de estar no último lugar na liga e ter sido eliminada das taças por clubes de terceira categoria.














