JP Barbosa de Melo: Com Cunha Vaz aparecer na televisão
O e-leitor lembra-se daquele procedimento através do qual a Câmara Municipal de Coimbra queria contratar uma agência de comunicação através de ajuste directo? Aquele em que os serviços da autarquia garantiam que o nosso Prefeito não passava da Portagem Sul da A1. Sim, sim, foi aprovado,  com alguns vereadores a saÃrem da sala para não votar contra. Mas depois ficou em banho  João, há quem diga que até foi por causa das nossas meninas que emigraram terem tocado nesse tema tabú.  Mas O Sexo e  a Cidade  tem novidades.
A eleita é uma das que se falava. Trata-se da agência Cunha Vaz & Associados  já está  a  satisfazer os desejos de vender o nosso Prefeito aos media nacionais. É uma das maiores empresas do sector. Até ficamos espantados como é se cobram 5000 Oreos por mês.
Por enquanto, é segredo, fica entre nós. ! Não diga nada à LPM ou ainda a vamos ver a trabalhar  pro bono para os socialistas.  É que António Cunha Vaz e LuÃs Paixão Martins, os boss destas reputadas organizações,  são os  inimigos de estimação mais poderosos que conhecemos. É assim uma cena tipo Ongoing versus Impresa, mas mais requintada e com direito a indirectas no Facebook mais picantes do que as citações do director editorial e do director de marketing de As Beiras.
A rentrée promete! Esperamos então que o Expresso “compre” uma entrevista ou algum canal de notÃcias aceite João Paulo Barbosa de Melo como comentador mais ou menos residente. É que daqui ao Porto ou Lisboa é um tirinho e os directores de informação até agradecem  uma opinião económica. Claro que desejamos boa sorte e boa viagem e até nos oferecemos para fazer a reportagem do making of.
Há um mito urbano que  as agências de comunicação compram tudo e todos.  Podemos garantir que não é verdade.  Se cada um souber desempenhar o seu papel, ambos ficam a ganhar no palco mediático.  Claro que podem ter acesso mais privilegiado a  certo tipo de  jornalistas ou responsáveis de alguns media, mas o resto é muita conversa que nem a Cision ou Marketest conseguem ver, ouvir e recortar.
Depois, só se deixa pressionar quem quer…mas isso é assunto para outra posta. Para nós tanto faz, até porque, enquanto  nos apetecer, O Sexo e  a Cidade não é um media catalogado no sentido tradicional da coisa. Se calhar ´por isso que somos  lÃderes de influência em Coimbra e temos um quarto dos leitores em Lisboa, mas isso também não é para revelar, pois só atendemos os telefonemas de alguns amigos e quando nos apetece.












